Pobre menino, tão singelo, amarga vida;
Em tão pouca alegria, ausência de cor;
Oh! Vida incrédula, suave brisa sem começo;
Enxuta dessa alma ferida, a solidão que tanto aperta.
É de ouro, reluz toda maravilha de sua inteligência;
Menino, quão belo és tu, num jardim sem flores.
Aprecia seu saber, sem saber o que não sabes,
procura em longas beiras: verdade e amor.
Se um dia cansar de ser de ouro, ouro reluzente;
Prega na tua face, a verdade não confundida,
para que saibam os flagelos que sofrera.
Brilhe no clarão seu raio dourado,
não temas a vinda de abalos ou tufões,
apenas brilhe, brilhe sem restar opaca luz.
Luiz Fernando Guarnieri Passos
Amigos! Este foi o primeiro poema de minha autoria. Um dos que mais me orgulho.

Nenhum comentário:
Postar um comentário